A Coroa, A Seleção #5 - Kiera Cass


Faz tempo que A Seleção, escrito pela fofíssima Kiera Cass deixou de ser uma série desconhecida e se tornou um livro extremamente popular entre os adolescentes e fãs de romances distópicos, então já está mais do que na hora de falar sobre a série. Não sobre toda a série, mas pelo menos sobre o quinto e último livro A Coroa.
A Coroa, que foi lançado aqui no Brasil no começo de maio, conta a história da filha de America, Eadlyn, futura rainha de Illéa. Nesse livro Eadlyn se encontra na etapa final de sua indesejada Seleção enquanto ela tem que lidar com inúmeros problemas familiares e governamentais. Sua mãe acabou de ter um ataque cardíaco, seu irmão fugiu pra França, o país não gosta muito dele e ainda assim ela tem que escolher seu príncipe-consorte, que ela nem queria para início de conversa.

Segue a minha opinião (CONTÉM SPOILERS!!)


Sobre Esquadrão Suicida, Cosplay, Trilha Sonora e Arlequina


Esqueça Batman vs Superman, guarde Guerra Civil na gaveta por um tempo, pois Suicide Squad tem sido até agora o maior motivo de ansiedade para qualquer fã de heróis. Ou melhor, vilões.
Esquadrão Suicida (Suicide Squad) é o mais novo filme da DC comics e provavelmente o mais esperado. Com lançamento marcado aqui no Brasil para o dia 4 de agosto, três trailers, vários TV spots e milhões de views, Esquadrão Suicida conta a história de como os piores vilões da terra (ou como já diria Amanda Waller, "worst of the worst") viraram um esquadrão autorizado pelo governo que é mandado em missões suicidas, onde eles podem ser colocados em bom uso. A Força Tarefa X funciona de forma simples: esses super violões são colocados para realizar tarefas com alto risco de morte e em troca de sucesso, seu tempo de sentença é diminuído. Essa Força Tarefa já apareceu em diversos tipos de mídia e em vários quadrinhos da DC, como o mais recente Novos 52 (que é o único que eu tenho, mas eu estou trabalhando nisso).

Cinder, As Crônicas Lunares (The Lunar Chronicles) - Marissa Meyer

Eu gosto de Young Adults. Não é segredo algum que esse é um dos meus estilos literários favoritos. Sim, os clássicos são ótimos e a literatura infanto-juvenil sempre é boa para passar o tempo, mas os YA são minha paixão. Talvez por ser realmente criado para a minha faixa-etária, talvez por ser uma das áreas que mais contém personagens cativantes e talvez por conter o meu clichê favorito: o final feliz. Sim, nem sempre eles são realistas e é realmente um choque inesperado quando todo mundo morre no final, mas há algo prazeroso em saber que pelo menos naquele universo as coisas sempre dão certo no final.
Alguns meses atrás eu tinha acabado de ler Corte de Rosas e Espinhos da Sarah J. Maas, autora do meu outro grande amor Trono de Vidro, e estava em uma ressaca literária enorme, chorando por um YA que me tirasse a cabeça daquele livro, quando minha irmã me indicou o livro Cinder que é o primeiro da série As Crônicas Lunares. Ela na verdade não tinha lido o livro ainda, tendo apenas visto a sinopse no Goodreads. Perguntei sobre o que era, o coração desesperado, e ela me disse que era sobre uma garota ciborgue.
Na hora eu pedi para ela para de falar. Ciborgue? Não, isso já era um pouco Jovens Titãs demais para mim. Fadas e elfos eu aguento, mas ciborgues e robôs já era muito. E assim Cinder caiu no esquecimento e eu não pensei mais no livro, me contentando em reler fanfics no Nyah.
Porém pouco tempo atrás eu estava tão presa no desespero de completar meu desafio do Goodreads que eu estava aceitando ler qualquer coisa (eu ainda falo aqui no blog da aventura que foi ler Obsidiana, o primeiro livro da Saga Lux, que se parecia ridiculamente com Crepúsculo, mas com alienígenas). Então eu engoli meu orgulho (que orgulho, Michelle?! Let's be real here) e fui ler o primeiro livro da série.
E, pelas estrelas, foi a melhor decisão que eu podia ter tomado.


Goodreads e Como Ele Destruiu a Minha Vida

Se você é, como eu, uma pessoa que gosta de ler você provavelmente já ouviu falar do Skoob, uma rede social feita para leitores falarem sobre os livros que leram, deixar seus comentários e descobrir novos livros que vão te viciar e eventualmente destruir sua vida.
Ou pelo menos eu acho que é isso. 
A verdade é que eu me frustrei com o Skoob nos primeiros dez minutos. Eu não tenho certeza do que aconteceu, o site não é ruim, mas eu não me interessei e simplesmente deixei minha conta não usada lá, sem um review, sem nada. Então veio o Goodreads. 


Alguns meses atrás, quando eu ganhei um novo celular, minha irmã mais velha me convenceu a baixar esse aplicativo de leitura, o Goodreads. Eu sou uma grande acumuladora de aplicativos então na hora eu já fui criando uma conta. 
O Goodreads é um aplicativo que funciona basicamente como um Facebook para leitores. Nele, você pode criar várias "prateleiras" com os livros que você está lendo, quer ler ou já leu, e dividi-los em outras prateleiras. Você pode dar uma nota pra cada livro, e deixar uma crítica que todas as pessoas vão poder ler, além de ir atualizando o seu progresso por página ou porcentagem e ainda ir deixando o que está achando do livro até o momento.
No app você também pode adicionar os seus amigos e a partir daí ver o que eles estão lendo e o que eles acharam de livros que você quer ler, descobrir livros novos e por aí vai. Para olhos inocentes, ele parece ser apenas um app maravilhoso e inofensivo.
Mas não é.
Inofensivo, quero dizer. Maravilhoso ele até que é.
Tudo começa de uma forma muito simples, você vai adicionando alguns livros que você já leu, salvando alguns livros que você quer ler, lendo alguns comentários e se divertindo. Mas ai acontece.
Quando você menos espera, você percebe que não fecha o aplicativo faz três horas, já tem 54 livros na sua lista de leitura, você não pisca faz cinco minutos e sua casa está pegando fogo.